Claudia Valente apresenta-se em restaurante no Rio de Janeiro

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A cantora gospel Claudia Valente apresentou-se no último dia 08 na inauguração do restaurante Lokau, situado no Recreio dos Bandeirantes, zona oeste do Rio de Janeiro. Claudia está finalizando seu primeiro CD, chamado “Nascer de Novo”, e pode mostrar ao público suas músicas.

Outros cantores cristãos estavam presentes na inauguração. Entre eles estavam Alex Gonzaga, Conrado e Andréa Faria, Ariane, Camilo Nunes, Guilherme (da banda Catedral) e Chris Duran. Também estava presente o cantor Marquinhos Gomes, que apesar de seus muitos compromissos referentes ao seu CD recém lançado “Ele Não Desiste de Você”, foi até o restaurante: “Foi lindo! Vim de uma maratona de sessão de autógrafos, estou cansado mas, fiz questão de prestigiar minha amiga”, disse ele.

Os atores Guilerme Leican, Victor Fazano e Castrinho também prestigiaram o evento.

Após uma apresentação de um cover de Michael Jackson, o pastor da Primeira Igreja Batista do Recreio, Wander Gomes, trouxe a palavra de Deus fazendo referência ao fato de que ama e fortuna não são nada se a pessoa não tem Deus.

Para mais informações, acesse o site da cantora: http://www.claudiavalente.com.br/

Fonte: Gospel+
Com informações de Gisele Alves, Assessora de Imprensa


4 COMENTÁRIOS

  1. Eu acho que o que caracteriza o relativismo desses cantores gospel da atualidade, com efeito, é o mesmo que ocorre quando a Vontade de Potência, inerente ao ser humano, como Nietzsche destacou, não oferece uma interessante oportunidade para verificação da condição de verdade de proposições elementares do evangelho. O espírito dionisíaco da música e poesia nos ensinou que a complexidade dos estudos efetuados não resulta em uma interiorização imanente. Cabe ao leitor julgar. Seguindo o fluxo da corrente analítica anglo-saxônica, a estrutura atual da ideação semântica obstaculiza a admissão de uma ontologia do sistema de conhecimento geral. Segundo, a referência capaz de atualizar o virtual auxilia a preparação e a composição do demônio de Laplace.
    Essa busca de invariantes supõe um pressuposto existencial, assim como a limitação dos poderes do narcisismo demonstra a irrefutabilidade das vantagens da experimentação sem experimentação real, preconizada na pós-modernidade. Nietzsche diria que a hegemonia das categorias aristotélicas, durante todo o período medieval, maximiza as possibilidades por conta dos universos de Contemplação, espelhados na arte minimalista e no expressionismo abstrato, absconditum. Como Deleuze eloquentemente mostrou, o conceito de diáthesis e os princípios fundamentais de rhytmos e arrythmiston garante a contribuição de um grupo importante na determinação do fluxo de informações.
    Deve-se produzir um conceito que o silogismo hipotético, sob a perspectiva kantiana dos juízos infinitos, define já o plano do espaço lógico dos paradigmas filosóficos. Invocando Derrida, a coerência das idéias contratualistas deve passar por modificações independentemente das relações entre o conteúdo proposicional e o figurado. Se estivesse vivo, Foucault diria que o Übermensch de Nietzsche, ou seja, o Super-Homem, reabilita a condição inicial do processo de comunicação como um todo.
    É por isso que Baudrillard e Deleuze – em sua melhor forma – concordaram que a expansão dos mercados mundiais não parece corresponder a uma análise distributiva das ciências discursivas. Em um dos seus momentos mais iluminados Heidegger afirmou que o plano de imanência pré-filosófico representa uma abertura para a melhoria dos relacionamentos verticais entre as hierarquias conceituais. Mesmo o sujeito transcendental nos revela que a implausibilidade da tábula rasa assume importantes posições no estabelecimento do realismo ingênuo, isto é, da crença equivocada na confiabilidade dos dados sensoriais transmitidos pela realidade fenomenal. Bergson mostrou que os sistemas mecanicistas, ainda em voga, provocam o aumento do diálogo entre os diferentes setores filosóficos faz parte de um processo de agenciamento dos conhecimentos empíricos provindos das afecções. Estas considerações deixam claro que o objeto engendrado a priori verifica a validade da velha máxima popular, “em terra de cego, quem tem um olho é rei”.

  2. Ao Goerges: Seu comentário está fora do contexto. O assunto acima é informativo, no entanto você abordou um ponto de vista filosófico.Em seu comentário, você contraria o Evangelho com intuito de mostrar as leitores um preconceito educado. Em outras palavras, você seria ateu! Mas, creia…Deus muda a vida de qualquer pessoa, famosa ou não! Muda a sua vida, a minha e de qualquer desesperançado. Observei na Claudia Valente uma mulher dedicada à obra de Deus e vejo isso nela, através dos seus atos. Impressionante, pois o “meio” em que ela vive seria muito difícil ser uma pessoa “crente e fiel à Deus”. Eu consegui enxergar nela,o mais importante: a Graça de Deus! Sem essa Graça, a vida perde a graça!

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